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13 de outubro, Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional

A instituição do Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional tem por finalidade homenagear esses importantes profissionais da saúde.
No dia 13 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional. Essa data foi escolhida por representar o dia da criação dessas profissões e era comemorada anualmente pela categoria, apesar de não ser reconhecida por lei. Em janeiro de 2015, no entanto, a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 13.084, que estabeleceu oficialmente a celebração da data em todo território nacional.

A fisioterapia é uma área da saúde envolvida com o estudo, prevenção e tratamento de lesões no corpo humano decorrentes de traumas e doenças adquiridas ou genéticas. O profissional dessa área é denominado de fisioterapeuta e deve ter formação acadêmica superior nessa área.

De acordo com o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), as diferentes áreas desse campo de atuação são fisioterapia clínica, saúde coletiva, educação e outras. Na fisioterapia clínica, o profissional está habilitado a atuar em hospitais, clínicas, centros de reabilitações, entre outras unidades de saúde. Na saúde coletiva, o fisioterapeuta é responsável por promover ações que garantam a saúde de grupos de pessoas, podendo participar, por exemplo, de programas de fisioterapia do trabalho e de ações básicas de saúde. Na área da educação, o profissional pode atuar em cursos de graduação e pós-graduação, além de realizar pesquisas no campo. Por fim, a área classificada como “outras” engloba o desenvolvimento de equipamentos e produtos para fisioterapia e a atuação na área esportiva.

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O fisioterapeuta, portanto, possui uma atuação que vai além da reabilitação após acidentes e traumas, sendo essencial na prevenção de lesões graves e na promoção da saúde. Entre os importantes papeis desempenhados por esse profissional, podemos citar a terapia realizada com pacientes com problemas respiratórios e pessoas que passam grandes períodos internadas em hospitais, como em UTIs, bem como a melhoria da qualidade de vida de idosos, com ações que melhorem problemas musculares e de coluna.

A terapia ocupacional, por sua vez, é uma área relacionada com o estudo, prevenção e tratamento de problemas físicos, mentais, emocionais e sociais que dificultam a realização das atividades diárias de um paciente. Durante o tratamento, o profissional deve buscar meios para que a pessoa, aos poucos, consiga realizar essas tarefas, garantindo assim seu bem-estar e independência.

Para exercer a profissão, faz-se necessária a realização de um curso superior em terapia ocupacional. Após adquirir a formação adequada, esse profissional pode atuar em empresas, ambulatórios, clínicas, creches, escolas e sistemas prisionais, além de poder realizar projetos sociais. Vale destacar que o terapeuta ocupacional tem que lidar com pessoas com dificuldades no desempenho de tarefas simples, sendo fundamentais paciência e amor pela área escolhida.

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Tanto a Fisioterapia quanto a Terapia Ocupacional são fundamentais para a promoção da saúde e bem-estar da população em geral. Sendo assim, nada mais justo que homenagear esses importantes profissionais todos os anos.

Por Ma. Vanessa dos Santos

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-fisioterapeuta.htm

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Outubro Rosa – Campanha de prevenção ao câncer de mama

COMO PREVENIR
Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Alimentar-se de forma saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Amamentar

SINAIS E SINTOMAS
É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.
Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
Alterações no bico do peito (mamilo);
Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
Saída espontânea de líquido dos mamilos
As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.

Saiba mais em: http://www.inca.gov.br/outubro-rosa/

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Agosto, mês de conscientização da AME (Atrofia Muscular Espinhal).

Doença neuromuscular progressiva de causa genética recessiva, que afeta 1/10 mil nascidos e 1 para 40 pessoas e portador do gene.

Sendo a patologia genética que mais leva óbito em até dois anos de vida.

No Brasil estima-se ter 10 mil afetados pela AME.
Mas quando fazemos diagnóstico precoce e investimos nos cuidados tais como:
Nutricional, postural, motor e nos cuidados ventilatórios, mudamos o curso natural da doença.

Temos um grande exemplo a ser seguido:
Ana Clara Moniz, 18 anos, tem AME tipo 2 e hoje cursa jornalismo na PUC Campinas.
É ventilada no bipap A40 com interface Dream wear e faz rodizio de interface com a wisp,
o que a proporciona sua qualidade de vida integral.
Como uma boa jovem tem sonhos e a ventilação permite alcança-los.
No ano passado seu desejo era fazer intercambio no Canadá.
E assim foi feito. Com voo seguro de 11hs sob ventilação ela passou um mês no Canadá aprimorando seu inglês.

Pacientes bem ventilados é sinônimo de qualidade de vida.

Ft. Fernanda Batista

Fisioterapeuta Respiratória da Ana Clara
Vice – Presidente da Ong AAME
(Amigos da Atrofia Muscular Espinhal)

#bipap A40 #Dreamwear # VNI #AAME # Wisp  #AgostodaAME #euamo1AME

Ana Clara Moniz
https://www.youtube.com/channel/UCjw3CaRBDV7YYAX_PjW0i_A/

Tecnologias:

https://respirecare.com.br/linha/bipap-complexo
https://respirecare.com.br/linha/mascaras-nasais
https://respirecare.com.br/produtos/coughassist-e70-philips-respironics/embed/#?secret=GV5iBA73Xi#?secret=iEzOkQjjV6
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Estudo comprova a relação entre a depressão e o sono ruim

Os distúrbios de sono já são o segundo transtorno mental mais recorrente no mundo, afetando um terço da população mundial.

Pesquisadores ingleses e chineses descobriram uma ligação neural entre depressão e problemas de sono, segundo estudo publicado no JAMA Psychiatry. De acordo com especialistas, cerca de 75% dos pacientes deprimidos relatam dificuldade para dormir ou insônia. A equipe envolvida na pesquisa revela que as áreas do cérebro associadas à memória de curto prazo e emoções negativas podem prejudicar o sono dos pacientes, uma vez que os pensamentos pessimistas são um fator relevante para a aparição de distúrbios do sono.

Além disso, a privação de sono, causada pela vida moderna, faz aumentar os riscos de desenvolver depressão, evidenciando a extensa ligação entre os problemas. Diante da descoberta, os cientistas acreditam ser possível melhorar a qualidade de sono dos pacientes com depressão e criar possibilidades de tratamento, que visem a tratar ambos os transtornos.


Depressão e sono

Os resultados foram obtidos através da análise de dados de cerca de 10.000 pessoas, que avaliou os mecanismos neurais capazes de demonstrar a conexão entre os dois problemas. De acordo com o estudo, no cérebro de pessoas com depressão notou-se que duas áreas do córtex – o pré-frontal dorsolateral (associado à memória de curto prazo) e o órbito frontal lateral (associado à emoção negativa) – estão conectadas com a parte do cérebro responsável pela consciência do “eu” — se essa conexão aumentar as atividades nessas regiões cerebrais, isso pode resultar em má qualidade do sono.

Edmund Rolls, coautor da pesquisa, disse que os resultados permitem uma melhor compreensão da doença, que afeta mais de 216 milhões de pessoas (3% da população mundial). Para ele, o estudo fornece suporte para a teoria de que o córtex órbito frontal lateral é uma área do cérebro que pode ser explorada para desenvolver novos tratamentos para a depressão.

Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/estudo-comprova-a-relacao-entre-a-depressao-e-o-sono-ruim/

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Como dormir bem em todas as fases da vida, da infância à velhice

Para alcançar e manter um sono de qualidade, é preciso entender que cada etapa da vida tem suas peculiaridades.

Dormir, uma das mais elementares necessidades do organismo, pode estar associado a prazer e tormento – quem dorme bem talvez não consiga compreender a real dimensão do impacto de uma noite em claro ou de um período de repouso não reparador. O sono foi um dos destaques da programação do 15º Congresso sobre Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado em Gramado, na Serra, entre os dias 20 e 23 de junho, como tema de três mesas-redondas. Profissionais das áreas de neurologia, geriatria e medicina do sono discutiram a importância de dormir bem, as características típicas do sono da infância à velhice e os problemas mais comuns que perturbam as noites de descanso.

– O sono é a atividade mais importante das nossas vidas, ocupando um terço delas. Quem tem 90 anos dormiu 30, só que a qualidade desse um terço tem se perdido ao longo dos anos – constata a professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Monica Levy Andersen, diretora de Ensino e Pesquisa do Instituto do Sono, também na capital paulista, em uma entrevista coletiva para a imprensa.

Magda Lahorgue Nunes, neurologista infantil, professora da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e vice-diretora do Instituto do Cérebro (InsCer), apresenta dados preocupantes: dependendo do país, o número de pessoas que se queixa de noites maldormidas pode chegar quase à metade da população. Estima-se que a chamada insônia subjetiva (quando o paciente relata que não dorme bem) afete entre 20% e 40% das pessoas. A partir do momento em que se procura ajuda médica e se obtém o diagnóstico de insônia, baseado no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais (DSM, na sigla em inglês), o percentual cai, passando a oscilar entre 14% e 20%, o que, aponta a médica, ainda é uma quantidade muito significativa.

– As pessoas em geral, na nossa sociedade, dormem mal. Estamos frente a duas epidemias, depressão/ansiedade e insônia, e elas andam muito juntas – comenta Magda.

Cada fase, uma necessidade
Para alcançar e manter um sono de qualidade, é preciso entender que cada fase da vida tem suas peculiaridades. Conhecendo-as, é possível saber o que é esperado que aconteça e o que deve ser interpretado como sinal de que algo não vai bem.

Nas crianças maiores, nos adultos e nos idosos, o sono é um ciclo bem dividido de luz e escuro, vigília e sono. Ficamos acordados de dia e dormimos à noite, regidos pelo ciclo circadiano (período de 24 horas em que se completam as atividades biológicas do corpo humano). Para os bebês, esse processo é diferente – eles obedecem ao ciclo ultradiano (vários ciclos se repetem em um mesmo dia), ou seja, eles dormem, acordam, mamam, dormem, acordam, mamam. No primeiro mês após o nascimento, essas fases duram de três a quatro horas. Com o avançar do tempo, o sono vai evoluindo e se consolidando em blocos cada vez mais longos à noite, até que, ao completar um ano ou um ano e pouco, a criança deve conseguir manter um bloco contínuo de sono de cerca de seis horas.

Infância
A criação de um excelente hábito pode começar a partir dos seis meses, ponto em que a criança, se ainda não deixou o quarto dos pais, pode ser transferida para o berço em seu próprio quarto. É importante que ela entre no cômodo enquanto ainda estiver acordada e adormeça na cama, para evitar um susto provocado por uma troca de lugares que não tenha percebido.

Ao longo da infância, os adultos servem de exemplo também em seus hábitos de repouso. Se na casa ninguém tem hora fixa para nada, indo para a cama a cada dia em um horário diferente, os pequenos podem acabar entrando no mesmo ritmo desregrado: hoje, se deitam às 21h, amanhã, ficam jogando videogame até as 23h, depois, chegam a ultrapassar a meia-noite por conta da presença de visitas para jantar em um dia de semana, quando devem estar cedo no colégio na manhã seguinte.

– A grande questão é a falta de limite. A criança precisa de uma rotina, que tem de ser imprimida pela família – orienta a neurologista infantil Magda Lahorgue Nunes.

É fundamental pôr em prática a higiene do sono, uma série de hábitos que auxiliam a obter um repouso de qualidade e que servem para crianças e adultos. Ao anoitecer, é indicado diminuir os ruídos e as luzes dos ambientes, reduzir a intensidade das atividades e das brincadeiras, evitar brigas, não fazer refeições pesadas e próximas do horário de ir para a cama. Eletrônicos devem ser desligados entre uma hora e uma hora e meia antes. Levar celular para a cama, nem pensar.

Adolescência
Na adolescência, ocorre uma leve desregulação de origem hormonal no ciclo circadiano que provoca um retardamento, fazendo com que a vontade de dormir apareça mais tarde. Mais uma vez, destaca-se aqui a importância do estabelecimento de uma rotina, especialmente em relação ao uso frenético do celular. Nesse período da vida, aumenta muito a incidência de distúrbios do sono por falta de controle dos pais – é comum que os adolescentes passem longas horas trancados no quarto, sem que a família saiba o que estão fazendo. Doenças emocionais psiquiátricas como a depressão também têm potencial para perturbar o sono. E o bullying, que pode começar ainda na infância, é outro gatilho para noites em claro ou maldormidas, cujas consequências podem se refletir no humor, na memória, na cognição e no desempenho escolar, além de provocar sonolência em excesso durante o dia.


Adultos

Para o grupo dos adultos, são esperadas entre sete e nove horas de sono por noite. Ao deitar, o adormecimento precisa se dar em até 30 minutos. Questões emocionais e problemas não resolvidos, quando “levados” para a cama, são grandes obstáculos para dormir, e o ideal é tentar não pensar nas pendências nessa hora. Dificuldades para manter o sono exigem a orientação de um especialista, que investigará possíveis problemas, como apneias obstrutivas do sono (breves interrupções na respiração) e a síndrome das pernas inquietas (caracterizada por movimento periódico das pernas, sensação dolorosa – tipo cãibra – em membros inferiores ao se deitar, fragmentação do sono e sonolência diurna excessiva).


Velhice

Na velhice, o idoso experimenta o contrário do que acomete o adolescente: há um avanço de fase no ciclo circadiano, e a sonolência vem mais cedo, além de ele ter tendência a dormir menos. Segundo Magda, não há ainda uma explicação muito clara para isso. Uma das hipóteses é de que a glândula pineal, que secreta melatonina (hormônio que regula o sono), calcifique-se. Com vontade antecipada de se recolher e dormindo menos horas, está criado um problema: caso se deite às 19h30min ou 20h, o idoso acordará de madrugada, muito antes do amanhecer. Para evitar esse transtorno, o sugerido é tentar protelar ao máximo a ida para a cama, entretendo-se de alguma forma.


Por que os idosos dormem menos

O sono na velhice merece atenção especial. Segundo Dalva Poyares, neurologista, especialista em sono e professora da Unifesp, o sono tende a se fragmentar durante o processo de envelhecimento, e o idoso está mais sujeito a ter insônia. Uma variedade de motivos pode contribuir para as noites em claro ou com repouso de má qualidade, como o medo da morte ou de doenças e a presença de sintomas depressivos.

As pessoas de idade mais avançada também sofrem mais de apneia obstrutiva do sono (breves interrupções na respiração). Uma apneia leve não é preocupante, e talvez nem precise ser tratada. A realização de exames e a avaliação do médico determinarão a intervenção a ser feita. Além de não permitir um sono reparador, a apneia aumenta o risco para doenças cardiovasculares.

Outro problema que pode aparecer é o movimento periódico das pernas (um dos componentes da síndrome das pernas inquietas) – depois de adormecer, a pessoa movimenta as pernas, o que também contribui para um período de descanso ruim. Ter um ou mais distúrbios de sono tende a piorar a saúde de maneira geral, avisa a médica.

– E existe também o contrário: quanto mais doente você é, pior você dorme. O idoso tem que ter a saúde bem cuidada para poder dormir bem – ressalta Dalva.

Na hora da definição do tratamento, não se deve exagerar nas doses de remédios, principalmente de hipnóticos. Se o idoso ficar muito sedado, pode cair ao se levantar à noite e sofrer fraturas.

Dalva salienta ainda a importância da socialização na velhice. O idoso necessita de contato com familiares e amigos para não ficar isolado. Dispor de um ambiente iluminado ao longo do dia e realizar atividades físicas e mentais, quando for possível, também são elementos importantes do cotidiano que influenciam no sono.

Preste atenção
Sinais que podem demonstrar que o sono não é reparador:

Queixas de noites maldormidas
Sonolência diurna excessiva
Mau humor
Sensação de exaustão
Problemas de memória
Dificuldades de aprendizado
Queda no desempenho escolar, acadêmico ou profissional
Deitar-se na cama e não conseguir dormir. Crianças devem adormecer em até 15 minutos. Adolescentes e adultos, em 30 minutos..

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2018/06/como-dormir-bem-em-todas-as-fases-da-vida-da-infancia-a-velhice-cjj04lc740koh01qodi30ki8d.html

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Apneia do sono: Sintomas, Causas, Prevenção

Não se trata de um simples ronco: na apneia, a barulheira noturna é intercalada por engasgos e a pessoa acorda diversas vezes ao longo da noite.

É caracterizada por ruídos e interrupções na respiração que se repetem, no mínimo, cinco vezes num período de 60 minutos durante o sono. Não se trata de um simples ronco: na apneia, a barulheira noturna é intercalada por engasgos e a pessoa acorda diversas vezes ao longo da noite, muitas vezes sem perceber.

Consequências
As pequenas pausas na entrada de ar diminuem a concentração de oxigênio no sangue. Com o tempo, isso se perpetua ao longo do dia, o que torna a apneia do sono um fator de risco para pressão alta e arritmia cardíaca. A redução de oxigênio ativa o sistema nervoso, que eleva os batimentos cardíacos e estimula a contração dos vasos sanguíneos.

Diagnóstico
O relato de sono agitado e ruidoso é o ponto de partida para a detecção da apneia. A confirmação e a análise da gravidade do distúrbio são feitas por meio de um exame chamado polissonografia, realizado em hospital ou clínica especializada.

Sintomas

  • Cansaço ao despertar
  • Mau humor
  • Indisposição
  • Sensação de sufocamento ao dormir
  • Dor de cabeça matinal
  • Falta de concentração

Causas

  • Predisposição genética
  • Obesidade
  • Maxilar inferior encurtado
  • Tabagismo
  • Excesso de álcool
  • Uso excessivo de reguladores de sono
  • Aumento das amígdalas e adenoides
  • Tumores

Como prevenir

  • Controle o peso
  • Mantenha uma alimentação saudável
  • Pratique atividades físicas regulamente
  • Evite o uso em excesso de reguladores de sono

Tratamento
A forma mais comum de tratamento é o uso de um aparelho chamado Continuous Positive Airway Pressure (CPAP). Trata-se de uma máscara de ar que cobre o nariz e a boca e desobstrui as vias aéreas, permitindo uma respiração contínua durante a noite. Mudanças no estilo de vida também são fundamentais. Em casos mais graves, posse ser necessária uma cirurgia para correções anatômicas da face.

Fontes: Geraldo Rizzo, coordenador do Centro de Distúrbios do Sono do Hospital Moinhos de Vento, e Fernando Stelzer, neurologista da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2018/08/o-que-e-apneia-do-sono-cjkeec7v400hi01mucyrzau2g.html

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Apneia do sono: Sintomas, Causas, Prevenção.

Não se trata de um simples ronco: na apneia, a barulheira noturna é intercalada por engasgos e a pessoa acorda diversas vezes ao longo da noite.

É caracterizada por ruídos e interrupções na respiração que se repetem, no mínimo, cinco vezes num período de 60 minutos durante o sono. Não se trata de um simples ronco: na apneia, a barulheira noturna é intercalada por engasgos e a pessoa acorda diversas vezes ao longo da noite, muitas vezes sem perceber.

Consequências
As pequenas pausas na entrada de ar diminuem a concentração de oxigênio no sangue. Com o tempo, isso se perpetua ao longo do dia, o que torna a apneia do sono um fator de risco para pressão alta e arritmia cardíaca. A redução de oxigênio ativa o sistema nervoso, que eleva os batimentos cardíacos e estimula a contração dos vasos sanguíneos.

Diagnóstico
O relato de sono agitado e ruidoso é o ponto de partida para a detecção da apneia. A confirmação e a análise da gravidade do distúrbio são feitas por meio de um exame chamado polissonografia, realizado em hospital ou clínica especializada.

Sintomas

  • Cansaço ao despertar
  • Mau humor
  • Indisposição
  • Sensação de sufocamento ao dormir
  • Dor de cabeça matinal
  • Falta de concentração

Causas

  • Predisposição genética
  • Obesidade
  • Maxilar inferior encurtado
  • Tabagismo
  • Excesso de álcool
  • Uso excessivo de reguladores de sono
  • Aumento das amígdalas e adenoides
  • Tumores

Como prevenir

  • Controle o peso
  • Mantenha uma alimentação saudável
  • Pratique atividades físicas regulamente
  • Evite o uso em excesso de reguladores de sono

Tratamento
A forma mais comum de tratamento é o uso de um aparelho chamado Continuous Positive Airway Pressure (CPAP). Trata-se de uma máscara de ar que cobre o nariz e a boca e desobstrui as vias aéreas, permitindo uma respiração contínua durante a noite. Mudanças no estilo de vida também são fundamentais. Em casos mais graves, posse ser necessária uma cirurgia para correções anatômicas da face.

Fontes: Geraldo Rizzo, coordenador do Centro de Distúrbios do Sono do Hospital Moinhos de Vento, e Fernando Stelzer, neurologista da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2018/08/o-que-e-apneia-do-sono-cjkeec7v400hi01mucyrzau2g.html

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Philips Respironics – OptiChamber Diamond Câmara Espaçadora OptiChamber

A câmara espaçadora OptiChamber Diamond é menor do que a maioria das câmaras mais convencionais no mercado. Com um design intuitivo, a OptiChamber Diamond melhora a entrega de medicação e adesão ao tratamento para pacientes de todas as idades, em casa ou no hospital.

Características

Válvulas de baixa resistência permitem que pacientes respirem livremente
Mesmo sob-baixas pressões pediátricas e de fluxos, as válvulas inspiratórias e expiratórias do OptiChamber Diamond abrem livremente.

Exclusivo bocal escalonado acomoda melhor em bocas menores
O design do bocal da OptiChamber ajuda a transição de pacientes de máscaras pediátricas para bocal. Ele também permite a ligação a um conector de 22 mm.

Válvula expiratória altamente visível ajuda a medir a contagem da respiração
Válvula expiratória altamente visível ajuda a medir a contagem da respiração

Fácil desmontagem para manutenção
O bocal e o adaptador podem ser removidos da câmara para facilitar a limpeza.

Câmara anti-estática oferece aos pacientes mais tempo para inalar
OptiChamber permite que mais medicação seja entregue ao paciente. O material anti-estático permite que o aerossol fique suspenso por mais tempo, oferecendo ao paciente mais tempo para inalar

Adaptador fixa o MDI no lugar com segurança
Adaptador fixa o MDI no lugar com segurança

Apito de alta vazão ajuda paciente com técnicas de respiração
Apito de alta vazão ajuda paciente com técnicas de respiração

Máscara LiteTouch VHC promove conforto e adesão
Esta máscara destacável tem uma estrutura clara e é resistente para proporcionar uma interface de vedação exclusivamente suave. A máscara reduz o vazamento e promove o conforto de terapia aerossol e adesão do paciente à terapia.

Fundo plano mantém estabilidade e impede rolamento
Fundo plano mantém estabilidade e impede rolamento


Dimensões

Volume: 140 ml
Comprimento: 14.2 cm (5.6″)
Bocal: Interface com conectores padrão de 22 mm

Materiais e manutenção

Câmara: Acrylonitrile Butadiene Styrene Anti-estático

Máscara LiteTouch: Polycarbonate (PC) silicone

Válvulas: Silicone

Manutenção: Pode ser facilmente desmontada para limpeza a mão com água morna e detergente líquido

Dados de vida útil: Substituir após um ano